IFFRU 2020 já está disponível há uma semana e disponibiliza 1,4 mil milhões de euros para intervenções que se destinem à reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, disse esta segunda-feira, em Viseu, que a aposta do Governo na reabilitação urbana é “forte e clara”.

No lançamento do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFFRU), criado no âmbito do Portugal 2020, o ministro referiu que o Governo se preocupou em “criar as condições para que a reabilitação seja a principal forma de intervenção ao nível do edificado e do desenvolvimento urbano”.

Disponível há uma semana, o IFFRU 2020 disponibiliza 1,4 mil milhões de euros para intervenções que se destinem à reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos, de espaços e unidades industriais abandonadas e ainda a intervenções em frações privadas inseridas em edifícios de habitação social, que sejam alvo de reabilitação integral.

Alteração nos benefícios fiscais à reabilitação urbana

Aos jornalistas, no final da sua intervenção, o ministro do Ambiente salientou que o novo instrumento financeiro permite “empréstimos em condições excecionalmente vantajosas”, face às existentes no mercado (em termos de taxas de juro, maturidades e períodos de carência), com verbas vindas de diversas fontes, em que 700 milhões são fundos públicos e comunitários e os outros 700 milhões colocados por quatro bancos.

“Criar as condições para que a reabilitação seja a principal forma de intervenção ao nível do edificado e do desenvolvimento urbano é a assunção da nossa responsabilidade perante o planeta e as gerações vindouras”, frisou João Pedro Matos Fernandes. Segundo o governante, a reabilitação “em momento algum pode ser uma exceção, deve ser a regra da transformação do edificado na criação de novos espaços”.

“Há que afirmar com clareza que a reabilitação das áreas urbanas e do edificado emerge como uma abordagem por excelência para o desenvolvimento urbano sustentado”, sublinhou.

Fonte: ECO

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